O túmulo indiano (The Indian Tomb) (traduzido)
"A Tumba Indiana" (título original "Das indische Grabmal") é um filme de aventura, drama e romance de 1959, dirigido e coescrito por Fritz Lang. O roteiro é baseado no romance homônimo de 1918, escrito pela ex-esposa de Lang, Thea von Harbou; Werner Jörg Lüddecke também trabalhou no texto. Produzido por Artur Brauner e CCC Film, é uma coprodução entre Alemanha Ocidental, França e Itália, e seu idioma original é o alemão. A música é de Gerhard Becker e Michel Michelet.
O filme é a segunda parte da "épica indiana" de Lang e dá continuidade direta à cena do enforcamento no final de "O Tigre de Eschnapur", lançado no mesmo ano. A história se passa em Eschnapur, na Índia. O arquiteto Harald Berger e a princesa Seetha fogem da ira do ciumento marajá Chandra, que descobriu seu amor. Eles embarcam em uma jornada perigosa por desertos e florestas, perseguidos por soldados. Enquanto isso, a irmã de Harald, Irene, e seu marido, Walter, hóspedes do palácio, começam a suspeitar das intenções obscuras do marajá. A obsessão de Chandra culmina na construção de um magnífico túmulo para Seetha, projetado não como um monumento de honra, mas como uma prisão eterna; uma crescente rebelião dentro do palácio destrói alianças.
O filme foi lançado nos Estados Unidos em 1960 pela American International Pictures como "Journey to the Lost City", uma versão reduzida criada a partir da combinação de dois filmes. Apesar das duras críticas na época, o filme recebeu críticas muito mais positivas nos anos seguintes e é particularmente lembrado pela cena da "dança da serpente" interpretada por Debra Paget.
| Diretor | Fritz Lang |
|---|---|
| Produtora | CCC Film |
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